quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Quais os tipos de Alto Falantes Automotivos? Quais Diferenças?

Veja quais as diferenças entre os vários Alto Falantes Automotivos: Woofer, Subwoofer, Mid-range, Tweeter, Coaxial… Enfim, tudo sobre Alto Falantes para carro.


Os alto-falantes são os porta-vozes do som do seu carro. E se eles forem ruins, o som também será. Atualizar os alto-falantes do carro talvez seja a maneira mais fácil e mais popular de aperfeiçoar o seu entretenimento móvel. Devido à popularidade dessa atualização, você encontrará mais opções nesta do que em qualquer uma das outras categorias. Basta entrar em qualquer loja especializada em sistemas de áudio automotivo e constatar a ampla variedade de opções.
Os tipos mais comuns de alto-falantes:

• Woofer: alto-falante de maior área, que reproduz bem os sons graves, médio-graves e parte dos médios (de 50 Hz a 5.000 Hz). Possuem borda rígida e seu tamanho pode variar de 1.2″ a 18″. É indicado para reproduzir sons de bumbo, tambor, parte do piano, do baixo e da guitarra.
SubWoofer Alto Falantes Quais os tipos de Alto Falantes Automotivos? Quais Diferenças?
• Subwoofer: sua reprodução está ainda mais abaixo da reprodução dos woofers. É um tipo de alto-falante usado para reproduzir freqüencias baixas (sons graves e sub-graves), geralmente abaixo de 45Hz. É o falante do qual os motoristas amantes de Som Automotivo, mais se orgulham. É indicado para a reprodução de sons de contrabaixo, baixo eletrônico e bumbo de bateria. Não há um local específico para sua instalação, mas deve-se ter a preocupação de não obstruí-lo com bagagens nem deixá-lo atrapalhar a circulação dentro do carro.
• Mid-range: é um alto-falante usado para reproduzir as frequências médias, geralmente entre 300 Hz a 5.000 Hz. Sendo assim, conseguem reproduzir a maioria dos instrumentos musicais, mas reproduzem bem mesmo a faixa que cobre a voz humana. Um Mid-Range deve ser posicionado na parte inferior do carro e também atrás do banco traseiro sobre a tampa interna do porta-malas, se possível direcionados aos ocupantes. Possuem geralmente tamanho inferior a 8″.
Uma variação derivada desse tipo de alto-falante são os mid-bass, voltados para os sons na faixa dos médio-graves (entre 50 e 500 Hz, ficando tipicamente entre 100 e 300 Hz).
Tweeter Quais os tipos de Alto Falantes Automotivos? Quais Diferenças?
• Tweeter: alto-falante pequeno (variando de 0,5″ a 3″), que reproduz bem os sons mais agudos (frequência de 5.000 Hz em diante). Deve ser direcionado aos ouvidos dos ocupantes do carro, devendo ser instalado no painel ou em cima das portas. Este sistema é responsável pela reprodução do efeito estéreo, característica sonora que transmite a sensação de distribuição espacial da música no ambiente. Os veículos mais modernos já saem de fábrica com um local exclusivo para instalação desse dispositivo que geralmente é próximo aos retrovisores externos.

• Triaxial: o sistema triaxial não é bem um alto-falante, mas um conjunto de tecnologias. Dentro de uma mesma carcaça são colocados um woofer, um mid-range e um tweeter. A faixa de frequência que ele atua varia de 50 a 20.000 Hz, e é indicado para reprodução de todos osTriaxial Coaxial Quais os tipos de Alto Falantes Automotivos? Quais Diferenças? instrumentos, exceto contrabaixo, baixo eletrônico e bumbo de bateria.


• Coaxial: parecido com o triaxial, mas sem o mid-range. Traz na mesma carcaça um woofer e um tweeter, muito utilizado em kits de alto-falantes originais. É utilizado para reprodução de todos os instrumentos, exceto contrabaixo, baixo eletrônico e bumbo de bateria.
Mas como funciona o alto-falante?
Basicamente um Alto-Falante composto de um cone, ou diafragma, da cesta, da suspensão e do tripé. A suspensão, ou envolvente, é uma aba de material flexível que permite que o cone se mova, e é anexada à estrutura de metal do condutor, chamado de cesta. O Diafragma, geralmente feito de papel, plástico ou metal, é anexado na extremidade larga da suspensão. A extremidade estreita do cone é conectada ao espiral de voz. Já o espiral é anexado à cesta pelo tripé, um anel de material flexível. O tripé mantém o espiral na posição, mas permite que se mova livremente para frente e para trás.

Existem dois tipos de amplificador. Os chamados Mosfet, que amplificam o sinal enviado pelas saídas RCA da unidade principal, e os chamados Booster, que amplificam o sinal enviado pelas saídas amplificadas da unidade principal. Os Mosfet possuem melhor qualidade de áudio, pois eles não só amplificam o som, mas mantém sua qualidade. Entertanto, os boosters ainda são mais usados no Brasil, por serem mais baratos.



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09 Mitos Sobre Som Automotivo: Caixas Acústicas x Subwoofers


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Muitas Pessoas ouvem dizer de um amigo – que ouviu de um conhecido, que, por sua vez leu não se sabe onde – que o subwoofer perde rendimento quando montado em caixa selada, etc. Essas “estórias” (sic) para boi dormir acabam virando crendices difíceis de erradicar. E para ajudar a desmistificar um pouco a situação, colocamos abaixo a seleção dos mitos de som automotivo mais difundidos entre os profissionais:

Mito 1: Subwoofer de 15” é melhor que de 12”

Não é bem assim – tudo depende do tamanho do porta-malas no qual o subwoofer está instalado. O Subwoofer de 15” necessita de caixa bem maios que um de 12”. Portanto, se o seu carro for um “corsinha”, e tiver o porta malas pequeno, então um subwoofer de 12” (ou até mesmo menor) seria uma opção mais adequada. O importante num som automotivo não é o tamanho do sub, mas sim a correta litragem da caixa. Só use subwoofer grande se o porta-malas puder receber a caixa adequada ao sub.

Mito 2: Subwoofer de 1000 Watts é melhor que o de 500 Watts

Outro mito… Subwoofers possuem diversos parâmetros que nos dão indicações sobre seu desempenho, sendo que a potência suportada é apenas mais uma indicação que, isoladamente, não quer dizer muita coisa (a não ser que o subwoofer suporte a potência declarada). A diferença entre 1000 Watts e 500 Watts é de exatos 3dBs. E dentro do ambiente do automóvel, com música tocando, isso pode ser totalmente irrelevante. De nada adianta suportar muita potência se o subwoofer tiver um alto valor de Fs (o que indicaria uma certa dificuldade em reproduzir baixas frequências) ou Vas exagerado (o que apontaria para uma caixa muito grande para satisfazer as exigências do falante). Subwoofer construído com material de boa qualidade (que suporte 200 watts RMS), trabalhando numa caixa acústica bem projetada surpreende muita gente. Não esqueça que um subwoofer que suporta 1000 Watts precisa de um amplificador com potência adequada, que por sua vez precisa de bateria, e etc.

Mito 3: Quanto maior a eficiência em dB-SPL melhor, pois o sub tocará mais alto

Seria verdade se TODOS os fabricantes adotassem uma única norma de apresentação do db/W/m. O mais comum é a medição 1 watt. Assim, todos os falantes de 4 Ohms deveriam ser testados com 2 volts e os falantes de 8 Ohms com 2,83 volts. Só que há fabricantes que utilizam 2,83 volts para qualquer falante… Isso mostra valores 3dB mais altos para dB/w/m (sensibilidade) para toda a linha de 4 Ohms, em comparação com medições feitas a 1 watt. O ideal é observar o valor de No – (que é obtido através dos valores de Fs, Vas e Qes).

Mito 4: Subwoofer de bobina dupla é melhor que bobina simples

A quantidade de bobinas não indica maior qualidade do produto. Bobina dupla, quádrupla ou simples só existe para flexibilizar a instalação e garantir que o amplificador trabalhe dentro de suas especificações de impedância de saída.
Alto Falante Automotivo 09 Mitos Sobre Som Automotivo: Caixas Acústicas x Subwoofers

Mito 5: Subwoofer com imã invertido (imã para fora da caixa) tem desempenho inferior em relação ao que está com o imã para dentro da caixa

Outro mito clássico. Não é melhor nem pior – tem o MESMO desempenho, pois um subwoofer é um dipolo acústico – ou seja, emite som em dois polos (frente e fundo). Mas, devido a detalhes de construção, alguns subs podem gerar ruídos no motor (conjunto imã + bobina). Para tais casos, é recomendável instalar o falante com o imã para dentro da caixa. Mas de qualquer maneira, o rendimento em dB-SPL será o mesmo.

Mito 6: Caixa com dois subwoofers tem que ter divisória no meio para isolar os compartimentos

Este mito está “impregnado” na cabeça de muita gente. Não precisa de divisória – na verdade, a divisória tem apenas duas funções:
1- Promover reforço estrutural para a caixa.
2- Evitar que o subwoofer “enxergue” uma caixa com o dobro do tamanho, caso o outro sub pare de funcionar (isso se os falantes estiverem em paralelo; porque, em série, os dois param de funcionar quando um deles queima). Fora essas funções, a divisória não serve para mais nada. Alguns “gurus” juram que, sem a divisória, um subwoofer pode modular o funcionamento do outro… Ora, mas isso acontece de qualquer maneira! Ou vai modular pela parte de trás da caixa ou pela parte da frente… Então, se a caixa for muito bem reforçada, não há necessidade de isolar o compartimento entre os dois subwoofers.

Mito 7: Caixas prontas podem funcionar com qualquer subwoofer

Este é o pior erro que se pode cometer. Todo subwoofer possui especificações técnicas (do manual de instruções que, geralmente, ninguém lê), as quais indicam que para cada modelo de subwoofer existem valores específicos de volume e medida de duto. Caixa bem projetada chega a render entre 50 e 500% a mais do que uma caixa genérica.

Mito 8: Caixa dutada é melhor que caixa selada

Não existe isso. Caixa dutada é tão boa quanto uma caixa selada. A caixa dutada só toca mais alto que a selada porque, desalinhando o sistema (mudando o comprimento ou diâmetro do duto), pode-se obter um ganho numa faixa estreita, ganhando-se dBs naquela região. Isso, porém, sacrifica a qualidade do grave produzido. Caixas seladas são tão boas quanto qualquer caixa dutada quando elas são projetadas para se ouvir música com qualidade.

Mito 9: Cabo de 21mm² é exagero para ligar o amplificador na bateria

A maioria dos amplificadores precisa de cabos dessa bitola. Economizar em cabos é jogar a potência do amplificador para o lixo.
Fonte: Marcelo Lacerda. Revista A.U.T.O. MOTIVO